quarta-feira, 1 de junho de 2011

Xô, pesadelo!

Ficar doente já é um porre, agora ficar doente e ter pesadelos é o ‘ó do borogodó (se você nasceu depois de 1980, certamente, conhece essa gíria). É sempre assim: quando eu fico gripada, pesadelo na cabeça (para pobre, nenhum desgraça vem sozinha).

Ontem, tive um daqueles terríveis pesadelos, que tiram o sono (Quer coisa pior? Ter pesadelo e não conseguir voltar a dormir, com medo de que ele recomece!!!). Sonhei, ou melhor, ‘pesadelei’ (essa é uma palavra encontrada só no dicionário mãenicolense) que o Jú havia sido atropelado (parecia aqueles desenhos animados, quando a pessoa é colhida por um veículo). Mas, não foi nada divertido. Pelo contrário, foi chocante … acordei sobressaltada, sem conseguir respirar tamanha aflição.

Dizem que verbalizar ajuda a afastar os fantasmas (e é o que estou fazendo). Dizem também que sonhar com morte significa vida, mas eu não acredito que sonhos ou pesadelos sejam indicações, sinais, prenúncio, nem anúncio e pós-anúncio de algo. Não tenho medo de tais simbologias … só tenho medo de ter pesadelos. Ai, que medo! 

Xô, pesadelo!

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