domingo, 4 de dezembro de 2011

A maldição de Mick Jagger

Logo mais saberemos quem será o campeão do Brasileirão 2011. Embora o Corinthians esteja perto do título, eu - se fosse corinthiana - não, não, isso é impossível ... vou reformular a frase ...
Embora o Corinthians esteja com uma mão na taça, o Vasco tem um talismã da sorte ...
Eu não apostaria no título, e você?

sábado, 3 de dezembro de 2011

Voltei, ou melhor, voltamos!

O lançamento do blog, em março deste ano, parece que foi um presságio do que estava por vir. Uma espécie de boas vindas para a minha tão esperada primogênita, cujo nome não poderia ser outro: Nicole, que inclusive inspirou esse blog. Havia dito que gostaria de relatar neste espaço as incríveis transformações que a gestação tem me presenteado, mas fui picada pela mosca tsé-tsé (a do sono) nos primeiros meses de gestação. 

Porém, tal qual como os ursos, chegada a época mais quente do ano, é hora de sair do estado de hibernação. E, aqui estou eu, ou melhor, estamos nós (eu + Nick) superdispostas a retomar o tempo perdido.

Também espero transformar este espaço em um pedaço do meu lar e diminuir a distância que nos separa do papai - e tentar minimizar aquela saudadezinha chata. Para quem não sabe, o Juca está em outro Estado, a trabalho. Ou melhor, em um novo trabalho. Uma decisão dolorida, mas sem dúvida corajosa. Quem não se priva de encarar os desafios, só tende a colher frutos. Assim espero.

Sei que muitos de vocês acham que estou um tanto reclusa, mas não há motivos para preocupação. É verdade que estou com a sensibilidade à flor da pele; com o humor oscilando, ora alegre, ora irritadiça; rindo e chorando ao mesmo tempo (isso é possível); disposta e cansada; com uma fome de leão, mas quer saber: nunca me senti tão bem em toda a minha vida.

O sonho não acabou

Nossa, parece que um ano se passou desde a última postagem. Tantas são as novidades a serem compartilhadas que eu mesma nem sei por onde começar, mas, antes de contar um pouco  sobre essa incrível jornada que se chama maternidade, gostaria de pedir que todas as orações fossem direcionadas neste instante a um casal de amigos, muito especial, que sofre com a dor da despedida. Uma perda que pessoalmente me abalou demais.

Nada do que há para ser dito pode minimizar a dor da tristeza, eu sei. Mas, posso desejar por dias melhores. Que eles não confundam o luto com autocompaixão - sentimento este sempre destrutivo, que não tem a promessa de consolo. Que aceitem os fatos da vida, ainda que não os compreenda. E, quem é que compreende de fato (ou precisa entender) os percalços da vida? Que não percam a fé, já que os sonhos podem sim ser realizados, às vezes a um custo alto, à base de muito suor, noites em claro e depois de derramadas muitas lágrimas. Mas, sabe de um coisa? Vencida a subida, vem o prêmio: uma paisagem deslumbrante à frente. É nisso que eu acredito. O sonho não acabou.