quinta-feira, 14 de abril de 2011

História triste!

Era uma vez … um menininho, japonesinho, muito inteligente, que adorava bichinhos de pelúcia e escova de dente (sei lá porque, pois nem escovar direito ele escovava). Diz a avó, que o tal menininho ganhou um cachorrinho, branco e preto, bem peludinho (era mesmo um vira-lata) … eles se tornaram inseparáveis, mas tão inseparáveis que eles faziam tudo juntos (como ir ao banheiro) e até pareciam iguais. O garotinho deixou inclusive suas madeixas crescerem, depois de ouvir um famoso dito popular: cabelo de um, focinho do outro. Essa iniciativa lhe rendeu muitas gozações, mas ele se manteve firme até que um dia, sem mais e nem menos, seu fiel escudeiro se apaixonou e se casou, deixando-o para trás. Num ímpeto, ele decidiu cortar esse elo e tomou uma atitude radical:
 Matou uma pulguentinho, que inocentemente passeava na rua, e foi parar na Febem (ninguém riu)

Mas, quem é que nunca acordou determinado a mudar o visual? Poucos podem responder que não. Mudar é legal, é sinal de que nada é imutável na nossa vida (e nem deve ser), é sinal de maturidade ou até de rebeldia, não é? Geralmente, ‘essa mudança’ se dá através de um ‘bom corte’ (eu ia mencionar algo, mas deixa pra lá) de cabelo, simplesmente para mudar o aspecto (por vaidade) ou para ‘dar cara’ a uma mudança interior. Enfim, seja o motivo qual for, isso mostra a nossa capacidade de transformação … que assim seja, sempre. 

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